1 – Estar presente com coragem e curiosidade
Como Líder, você tem que se mostrar. Estabelecer um relacionamento pessoal nada tem a ver com estilo. Tudo o que você precisa provar é que se importa com as pessoas que estão trabalhando com você, através do interesse genuíno pelo universo e questões delas e desenvolver a capacidade mútuas de praticarem conversas corajosas.
2 – Orientar/Desenvolver pessoas
É a arte de questionar e melhor maneira de ampliar as habilidades de outras pessoas, dando feedback específico. Fazer perguntas diretas contribui para: pensar, descobrir e a buscar. É o momento de orientá-las, encorajá-las e ajudá-las a se conhecerem melhor e se aprimorarem. Para isto é necessário ter coragem para enfrentar os seus receios e fazer avaliações francas das pessoas e manter o auto domínio.
3 – Liderar/Senso de realidade
Requer força de caráter, sem coragem é mais difícil ser honesto consigo próprio, lidar honestamente com a realidade da organização. É preciso firmeza emocional para estar aberto a qualquer informação que seja necessária, não importa se você goste ou não de ouvir, coragem para aceitar pontos de vista que são o oposto do seu e tratar dos conflitos, e a confiança para encorajar e aceitar os desafios.
Um líder firme, de longo prazo, engaja e conecta as pessoas e as estratégias da organização e consegue com que as pessoas tenham “vontade” de segui-lo.
Como um grupo corrige os erros e melhora se os membros não têm a mesma firmeza emocional para admitir que não possuem todas as respostas e nem encaram as decisões difíceis?
Poucos líderes têm a capacidade de serem bons juízes de pessoas, bons estrategistas e bons líderes operacionais/executores e, ao mesmo tempo, conversar com os clientes/fornecedores/conselheiros/stakeholders e desempenhar todas as outras atividades que o trabalho exige. Mas, se você sabe onde estão seus limites, pelo menos pode reforçar essas áreas e obter alguma ajuda de sua organização. A pessoa que nem sequer reconhece seus pontos fracos, tem mais dificuldade em somar, construir e “fazer acontecer”.
4 – Autenticidade/Singularidade
Significa muito mais do que você pode imaginar: você é um ser humano real ( que conhece suas limitações e fortalezas) , não uma imitação. Você vai contribuir com seu pensamento crítico, suas análises, ideias, decisões e atitudes. Sua pessoa exterior é a mesma que sua pessoa interior, não uma máscara que você usa. Você é o que faz ou diz. Somente a autenticidade cria confiança, pois mais cedo ou mais tarde as pessoas descobrem os dissimulados, em que não há congruência entre pensamentos, sentimentos, palavras e ações.
5 – Autoconhecimento, Autoconfiança
Consciência de si próprio (você e não comparação com o outro).Quando você se conhece, você se sente à vontade com seus pontos fortes e não derrotado pelas suas deficiências. A consciência de si próprio lhe dá a capacidade de aprender com seus erros e com seu sucesso. Permite que você continue crescendo.
As pessoas autoconfiantes contribuem mais para o diálogo. Sua segurança interna lhes dá uma metodologia para tratar com o desconhecido e para relacioná-lo às ações necessárias que precisam ser tomadas. Elas têm consciência de que não sabem tudo; são curiosas e encorajam o debate para produzir pontos de vista alternativos e criar atmosfera para o aprendizado de todos.
Pessoas autoconfiantes são mais corajosas, conseguem correr riscos e gostam quando as pessoas que contratam são mais inteligentes do que elas. Por isto, quando se deparam com um problema, não precisam lamentar-se, esconder a vergonha ou se sentir vítimas. Elas sabem que serão capazes de resolvê-lo.
6 – Humildade
Seu orgulho não o prejudica quando você precisa obter informações para atingir melhores resultados e ampliar os horizontes/crescer. Humildade permite que você reconheça seus erros. Uma personalidade madura/adulta consegue se perceber e ajudar nos relacionamentos, enquanto a sua antítese- “arrogância “ demonstra uma personalidade infantil
7 – Flexibilidade
Como vai a flexibilidade fazer um ser humano mais engajado? Atualmente as informações, necessidades de mudanças: táticas, estratégicas e de atitudes chegam inesperadamente, e mesmo assim, é necessário “jogo de cintura e resiliência” para se adaptarem. A questão se torna então: como lidar com a flexibilidade, com todos os riscos e incertezas que implica? Mesmo supondo que a rotina tem um efeito pacificador sobre o caráter de muitos.
8 – Resiliência
Se recobrar e resistir às frustrações e recomeçar, reconstruir e persistir naquele objetivo até superar o problema, avaliando as consequências de desistir ou decidir por outras alternativas.
Quais habilidades você precisa focar a sua atenção no momento? Vamos conversar?
Carolina Artero
carolinartero@carolinartero.com
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